Neymar agradece e diz que estará em banco, na final, para apoiar seleção

O atacante Neymar disse que vai torcer pelo Brasil "do lado de fora" no jogo contra a Alemanha

Reportagem de Tatiana Ramiltr_ahz_rgb_pos

BELO HORIZONTE (Reuters) – Fora da Copa do Mundo por causa de fratura em uma vértebra, o atacante Neymar disse que vai torcer pelo Brasil “do lado de fora” no jogo contra a Alemanha, nesta terça-feira, pela semifinal, e acenou que quer estar no banco de reservas no Maracanã para apoiar seus companheiros na decisão do Mundial, no domingo.

“Hoje vou assistir ao jogo do Brasil contra a Alemanha do lado de fora… Vou ser mais um entre os 200 milhões de torcedores e sei o quanto é importante para aqueles caras lá dentro de campo o nosso apoio, a nossa torcida”, escreveu Neymar em sua página no Facebook.

Neymar está em sua casa no Guarujá (SP) desde sábado, quando deixou o centro de treinamento da seleção na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), depois de sofrer a lesão no confronto de quartas de final contra a Colômbia, na sexta-feira.

O atacante está fora do Mundial, mas indicou que se o Brasil se classificar para a final, quer estar presente no Maracanã.

“Quero muito, mas muito mesmo estar com todos (torcida e meus companheiros) no próximo domingo dentro de campo… no Maracanã”, afirmou Neymar, indicando que pode assistir à partida no banco de reservas.

O jogador do Barcelona, principal esperança do Brasil para a conquista da Copa em casa, agradeceu as mensagens de apoio recebidas após a contusão que o tirou da competição.

“Não tenho como agradecer a todos o carinho e as milhares de mensagens de apoio que recebi desde sexta-feira. Queria até saber falar mais de um idioma para agradecer todo mundo”, disse Neymar.

“Acompanhei, ou tentei acompanhar, tudo o que foi publicado… foram estas mensagens que fizeram estes últimos dias menos dolorosos”, completou.

Grafitti mostra Neymar segundo taça da Copa do Mundo no Rio de Janeiro. 7/7/2014 (REUTERS/Jorge Silva)

Grafitti mostra Neymar segundo taça da Copa do Mundo no Rio de Janeiro. 7/7/2014 (REUTERS/Jorge Silva)


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