Dilma diz que Brasil precisa entrar na fase da “economia do conhecimento”

Presidente diz que 'economia do conhecimento' é necessária para garantir distribuição de renda

 

Por Yara Aquino, repórter da Agência Brasil. Edição: Beto Coura

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (2) que o Brasil precisa entrar na fase da “economia do conhecimento” para garantir a manutenção da distribuição de renda e a redução da desigualdade. Dilma participou, no início da tarde, da formatura de alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em Vitória.

Presidenta Dilma Rousseff lança o Programa Brasil de Todas as Telas, que visa a estimular a produção audiovisual (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Presidenta Dilma Rousseff lança o Programa Brasil de Todas as Telas, que visa a estimular a produção audiovisual (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

“Queremos manter a redução da desigualdade e, para isso, precisamos dar educação para dar perenidade a essa conquista. O Brasil tem que entrar numa nova fase, da economia do conhecimento, de aplicar a tecnologia, de ter técnicos de qualidade, de ter uma capacidade de trabalho muito mais sofisticada”, disse. Ela disse ainda que é preciso aumentar o número de brasileiros que fazem cursos técnicos e universitários no exterior.

A presidenta voltou a dizer que o petróleo da camada pré-sal vai gerar quase R$ 1 trilhão em recursos a serem investidos na educação. “Em 35 anos, se você somar tudo que temos de royalties do governo federal mais os recursos dos 50% do Fundo Social, para a educação será quase R$ 1 trilhão”, previu Dilma durante o discurso.

O Pronatec foi criado em 2011 pelo governo federal com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. A fase atual irá oferecer 8 milhões de matrículas até o final de 2014. No mês passado, foi anunciada a segunda etapa do programa que vai ofertar 12 milhões de vagas, a partir de 2015.


COMENTÁRIOS